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8 de jul de 2010

Procedimento de revista da Policia Federal

Falei pra vocês que eu viajei pra Curitiba de ônibus, e vim pela emrpesa Catarinense. Pois é. Fazia tempo que eu não viajava assim. E fui no horário das 20h30... imaginando uma viagem tranquila. Alguns 5 muambeiros no ônibus, que estava com a metade da lotação. Na saída de Foz do Iguaçu, no posto policial, já pediram para que o Ônibus parasse. Enquanto dois policias subiram e abordavam pessoas, outros embaixo revistavam o bagageiro. Passavam pelas pessoas, pediam para alguns abrirem suas bolsas que portavam nos assentos, e embaixo, não acompanhávamos os procedimentos. Pareciam em busca de apreensão de drogas. Os muambeiros, que levavam celulares, meias e cobertores, se sentiam aliviados quando eles acabavam. Num outro posto durante o caminho, mais uma abordagem. Muitos homens trabalhando, muitos agentes da polícia federal. E em Irati, mais uma abordagem.
E embora eu ache bastante constrangedor para algumas pessoas (ou pra todos?), algumas vezes revistadas com toques, e questionadas sobre passagm criminal, trabalhando numa área ligada à criminalidade, reconheço serem necessárias as intervenções da Segurança Pública na repressão do crime.
Ao chegar em Curitiba, fui pegar minha bagagem, e pra minha surpresa, duas sacolas de viagem, praticamente novas, com os zíperes estourados. Seus pertences revistados sem sua presença. Quando na casa da minha irmã, fui pegar um creme do Duty Free que ela me encomendou, e, para minha supresa, ele não estava lá. Eu o havia colocado logo acima das minhas roupas. Um creme não é produto ilegal, correto? Encaminhei um email para o fale conosco da Polícia Federal, pra verificar onde peço ressarcimento do meu prejuízo. E estou no aguardo de resposta.

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