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7 de jul de 2010

Meu nome não é Johnny


Vi na televisão que será exibido esse filme hoje... mas, infelizmente, estou saindo, e vou pra Curitiba de ônibus, pois desta vez vou economizar... (avião pra esta data, 3 vezes mais caro...) então...
Esse filme minha parceira Mônica utiliza nos grupos de drogadicção que realiza com os presos, temática que ela tem mais afinidade que eu.
Nós sempre compramos os títulos que nos interessam pra trabalho, aqueles que achamos que valem muito a pena, e ela comprou este dvd, mas, sempre emprestamos, e este não voltou... então, ainda não assisti... outro brasileiro de 2008.
Mônica e amigos podem comentar este por mim...
pra mim, ainda vai ficar pra outra vez.

Um comentário:

  1. Johnny - uma obra tão intensa e alucinante, quanto a "viagem" que toda aquela droga vendida pode causar. Sem se preocupar com detalhes, o filme pareçe estar num freeway, a 200 km, e o espectador nao tem tempo para respirar (a não ser que tenha visto na GLOBO, e entre os intervalos respirou). O erro de um muleque classe média sempre esteve em consumir o que vendia, usufruir sem pensar em nada. Viver intensamente, João Estrela, passou pela dura realidade do usuário, virou comerciante, e viveu. Sofreu nas prisões brasileiras, e foi para ser louco, até onde a loucura de Johnny não é a nossa loucura. Afinal, será que meu nome também não é johnny, ou será que não gostaria que fosse para viver um pouco daquilo tudo.

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