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29 de jun de 2010

O contador de histórias


Sabe que simpatizo com filmes brasileiros? pois é... e vira e mexe acho uns nas Lojas Americanas (não gosto de comprar pirata, mesmo estando do ladinho do Paraguai.. uma questão de princípio, mas longe de ser perfeita, heim? uma escolha.)
Esses dias encontrei um, e falava de uma história real, o que me chama mais antenção ainda, pois adoro a realidade, e seus dramas... risos

Então. Esse filme conta a história de um brasileiro, e foi lançado em 2009. Um menino que foi levado para a FEBEM, e considerado irrecuperável. Mas, uma pesquisadora, pedagoga francesa se interessa pelo caso, e vive uma experiência fantástica. Muitos já devem ter ouvido falar da história de Roberto Carlos Ramos.

Sempre gosto desses filmes, para pensar com os alunos sobre a realidade social brasileira. São filmes cheios de aprendizados.

Mais um pra lista! Pensar sobre a marginalidade,delinquência, instituições para adolescentes em conflito com a lei (atualizando o termo menor infrator), e as possibilidades de superação... a importância das relações afetivas, do olhar para o outro...

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" Nascido nos anos 1970 em Belo Horizonte, Roberto era o caçula de uma família pobre com muitos filhos. Entregue à Febem (Fundação para o Bem-Estar do Menor) pela mãe, que acreditava que ele teria um futuro melhor ali dentro, acabou tornando-se um fugitivo da instituição. Mas que sobreviveu ao abandono e à violência e, por causa da intervenção de uma pedagoga francesa, Marguerite Duvas (vivida pela atriz Maria de Medeiros), conseguiu estudar e tornar-se, anos depois, um famoso contador de histórias, conhecido internacionalmente.

Na coletiva do filme, Villaça contou ter conhecido a história de Roberto Carlos Ramos num livro que ele mesmo escreveu, em 2002. A partir daí, lutou para transformar sua impressionante trajetória no filme, que teve ontem sua primeira sessão pública.

Pontuada de incidentes trágicos e engraçados, a biografia de Ramos sofreu, porém, diversas adaptações. O roteiro foi escrito por quatro profissionais - além do diretor Villaça, também José Roberto Torero, Maurício Arruda e Mariana Veríssimo - e condensa, por exemplo, num único personagem, a pedagoga Pérola (Malu Galli), a figura de diversas outras educadoras que passaram pela vida do menino, no período em que entrava e saía da Febem.

O diretor defende essas recriações: "Não é um documentário. Fizemos várias entrevistas e algumas pesquisas, mas tudo foi mesmo muito adaptado". Apesar disso, "O Contador de Histórias" incorpora o elemento documental ao inserir a narração em off do próprio protagonista e em sua aparição, na sequência final do filme.
"

http://cinema.uol.com.br/ultnot/2009/07/11/ult4332u1147.jhtm

Um comentário:

  1. Mais vc está virando uma verdadeira crítica de cinema....rsrsrs...
    ADORO!
    Bjssssssss

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