Visitantes

contador grátis

29 de jun de 2010

O contador de histórias


Sabe que simpatizo com filmes brasileiros? pois é... e vira e mexe acho uns nas Lojas Americanas (não gosto de comprar pirata, mesmo estando do ladinho do Paraguai.. uma questão de princípio, mas longe de ser perfeita, heim? uma escolha.)
Esses dias encontrei um, e falava de uma história real, o que me chama mais antenção ainda, pois adoro a realidade, e seus dramas... risos

Então. Esse filme conta a história de um brasileiro, e foi lançado em 2009. Um menino que foi levado para a FEBEM, e considerado irrecuperável. Mas, uma pesquisadora, pedagoga francesa se interessa pelo caso, e vive uma experiência fantástica. Muitos já devem ter ouvido falar da história de Roberto Carlos Ramos.

Sempre gosto desses filmes, para pensar com os alunos sobre a realidade social brasileira. São filmes cheios de aprendizados.

Mais um pra lista! Pensar sobre a marginalidade,delinquência, instituições para adolescentes em conflito com a lei (atualizando o termo menor infrator), e as possibilidades de superação... a importância das relações afetivas, do olhar para o outro...

\__________________________________________________________

" Nascido nos anos 1970 em Belo Horizonte, Roberto era o caçula de uma família pobre com muitos filhos. Entregue à Febem (Fundação para o Bem-Estar do Menor) pela mãe, que acreditava que ele teria um futuro melhor ali dentro, acabou tornando-se um fugitivo da instituição. Mas que sobreviveu ao abandono e à violência e, por causa da intervenção de uma pedagoga francesa, Marguerite Duvas (vivida pela atriz Maria de Medeiros), conseguiu estudar e tornar-se, anos depois, um famoso contador de histórias, conhecido internacionalmente.

Na coletiva do filme, Villaça contou ter conhecido a história de Roberto Carlos Ramos num livro que ele mesmo escreveu, em 2002. A partir daí, lutou para transformar sua impressionante trajetória no filme, que teve ontem sua primeira sessão pública.

Pontuada de incidentes trágicos e engraçados, a biografia de Ramos sofreu, porém, diversas adaptações. O roteiro foi escrito por quatro profissionais - além do diretor Villaça, também José Roberto Torero, Maurício Arruda e Mariana Veríssimo - e condensa, por exemplo, num único personagem, a pedagoga Pérola (Malu Galli), a figura de diversas outras educadoras que passaram pela vida do menino, no período em que entrava e saía da Febem.

O diretor defende essas recriações: "Não é um documentário. Fizemos várias entrevistas e algumas pesquisas, mas tudo foi mesmo muito adaptado". Apesar disso, "O Contador de Histórias" incorpora o elemento documental ao inserir a narração em off do próprio protagonista e em sua aparição, na sequência final do filme.
"

http://cinema.uol.com.br/ultnot/2009/07/11/ult4332u1147.jhtm

28 de jun de 2010

Delinquência Juvenil,por Julia Freitas Pequito

Bem, eu disse no início que a riqueza do blog estava na troca, no encontro... e acho que meus alunos estão um pouco tímidos... ou muito atarefados. Então, aqui vai uma interprestação de um artigo do Alvino, trabalhado em uma das aulas de Psicologia Jurídica.


__________________________________________________________

Delinqüência juvenil
A delinqüência busca a solução de histórias de conflitos, frustrações e privações, inclui também a privação emocional das relações com as figuras parentais, mais especialmente com a mãe.
Segundo Alvino Augusto de Sá, os delinqüentes não se ressocializam porque para eles não compensa, pois o crime traz soluções e benefícios a coisas que eles não podem ter de outra forma, então entende-se que a delinqüência juvenil é como uma via de soluções da privação de emoções.
Solidão é estar no meio de uma multidão de pessoas e sentir falta de uma só, essa frase foi escrita por um interno num presídio de Porto Alegre, e o que ele relata através dessa frase é a saudade de alguém de sua família, isso pode demonstrar deficiência na sua infância, falta de alguém querido para ele.
Alguns autores que referenciam o tema descrevem que a muitos tipos de privação, uma delas é a privação emocional por relações insuficientes, ou seja, a mãe não tem tempo ou não pode estar presente com uma certa intensidade na vida do filho não podendo dar carinho e atenção para o seu filho, mesmo que com passar do tempo o filho vai passando para mãe sinais e alertas e sem que ela perceba pode ocorrer a privação.
Há também a privação emocional por relações distorcidas que são os casos de mães super protetoras, inseguras no seu papel de mãe deixando assim seu filho inseguro pela super proteção e conseqüentemente deixando ele dependente da presença dela.
Essas conseqüências de privação emocional variam conforme a idade em que se deu a privação.
A mãe é a primeira pessoa a organizar a vida do filho, então o filho consegue experimentar o afeto e o apoio que a mãe passa em alguns casos, mas a casos em que não há essa experiência de forma satisfatória, tornando-se revoltada e hostil, não sendo uma coisa satisfatória.
Quando por algum motivo a mãe vem a faltar, houve então o rompimento brusco, houve também a perda do objeto e da confiabilidade sentindo então sozinha e desprotegida, tornando-se uma pessoa insegura. Aqui começa a nova vida do filho, é onde ele vai explorar e se encher de expectativas na sua nova realidade. Ele terá que buscar a segurança e a confiança de novo, se não encontrar ele vai entrar pelo caminho talvez errado, mas que venha trazer a ele todas as soluções.
Com todas as dificuldades que ele enfrentará, ele poderá entrar nas vias de soluções, ou seja, droga e vandalismo tentando achar a realidade. Essas pessoas se tornam pessoas anti-sociais, não querem mais contato com o mundo.
Esses delinqüentes e criminosos acabam entrando para a criminalidade apenas para tentar escapar de sua realidade.
Na verdade toda criança tem que ter atenção, carinho, segurança de uma mãe, tem que ser tratado como uma criança normal, talvez assim o mundo não teria tanta gente na criminalidade e na delinqüência tentando buscar uma solução e um caminho mais fácil na sua vida.
Às vezes quando estão tentando buscar a solução para seus problemas acabam apenas encontrando mais problemas fazendo com que eles tenham um “bloqueio” na sua vida, por causa das privações que a criança teve em sua juventude.

Referencia Bibliográfica

Alvino Augusto de Sá – Delinqüência infanto-juvenil como uma das formas de solução de privação emocional.

____________________________________________________

Por Julia Freitas Pequito, acadêmica de Direito na UNIFOZ.

Valeu!!!!!!!!!!!!!!

Monitoramento eletrônico


Fabiana Leal/Terra
http://www.expressomt.com.br/noticia.asp?cod=75509&codDep=2

Esta já é uma realidade no Brasil.Ok, ainda em pequena escala. No RS iniciaram teste com algums presos semana passada.
Já fizeram testes, já realizaram estudos em países onde o utilizam. Uma alternativa diante do caos da prisão. Eu e minha companheira Mônica estamos lendo a respeito, mas a princípio simpatizamos com a idéia, e temos construído um pensamento...

Mas, mal foi anunciada a alternativa pelo governo, o Conselho Federal de Psicologia se posicionou contra. Como se qualquer possibilidade que não seja o ideal não fosse boa. Como se estivéssemos nos distanciando das reais necessidades e urgências sociais diante da criminalidade e da justiça criminal.
É claro que a prisão não dá conta do ideal ressocializador, que a reintegração social depende de uma estrutura externa, muito mais do que investimentos intramuros... mas vale pensar, porque não, em redução de danos... ou penas alternativas para alguns casos...

Veja no site do CFP :
http://www.pol.org.br/pol/cms/pol/noticias/noticia_081126_001.html

Algumas notas da OAB o vêem como uma solução viável dentro do crescente número de pessoas presas e a inexistência de suficientes vagas para abrigá-los no sistema penitenciário.

É claro sua aplicabilidade necessita de uma estrutura pensada, em sua organização, destinação e controle... mas, vale refletir... e creio que o Ministério da Justiça o tem feito...

Ensaio sobre a cegueira



Pois é. Do nada me recordei deste filme hoje... e olha que minha memória, vocês já sabem, é bem ruim. Acho que ele foi lançado em 2008...

Mas, esse é um filme de reflexôes profundas. E de cenas fortes.

"O vencedor do Prêmio Nobel de literatura, José Saramago, e o aclamado diretor Fernando Meirelles (O Jardineiro Fiel, Cidade de Deus) nos trazem a comovente história sobre a humanidade em meio à epidemia de uma misteriosa cegueira. É uma investigação corajosa da natureza, tanto a boa como a má - sentimentos humanos como egoísmo, oportunismo e indiferença, mas também a capacidade de nos compadecermos, de amarmos e de perseverarmos.

O filme começa num ritmo acelerado, com um homem que perde a visão de um instante para o outro enquanto dirige de casa para o trabalho e que mergulha em uma espécie de névoa leitosa assustadora. Uma a uma, cada pessoa com quem ele encontra - sua esposa, seu médico, até mesmo o aparentemente bom samaritano que lhe oferece carona para casa terá o mesmo destino. À medida que a doença se espalha, o pânico e a paranóia contagiam a cidade. As novas vítimas da "cegueira branca" são cercadas e colocadas em quarentena num hospício caindo aos pedaços, onde qualquer semelhança com a vida cotidiana começa a desaparecer.
Dentro do hospital isolado, no entanto, há uma testemunha ocular secreta: uma mulher (JULIANNE MOORE, quatro vezes indicada ao Oscar) que não foi contagiada, mas finge estar cega para ficar ao lado de seu amado marido (MARK RUFFALO). Armada com uma coragem cada vez maior, ela será a líder de uma improvisada família de sete pessoas que sai em uma jornada, atravessando o horror e o amor, a depravação e a incerteza, com o objetivo de fugir do hospital e seguir pela cidade devastada, onde eles buscam uma esperança.

A jornada da família lança luz tanto sobre a perigosa fragilidade da sociedade como também no exasperador espírito de humanidade. O elenco conta com: Julianne Moore (Longe do Paraíso, As Horas), Mark Ruffalo (Zodíaco, Traídos Pelo Destino), Alice Braga (Eu Sou a Lenda, Cidade de Deus), Yusuke Iseya (Sukiyaki Western Django, Kakuto) Yoshino Kimura (Sukiyaki Western Django, Semishigure), Don McKellar (Monkey Warfare, Childstar), Maury Chaykin (Verdade Nua, Adorável Julia), Danny Glover (Dreamgirls - Em Busca de Um Sonho, A Cor Púrpura) e Gael García Bernal (Babel, Diários de Motocicleta, E Sua Mãe Também).
"

http://www.ensaiosobreacegueirafilme.com.br/main.php

19 de jun de 2010

Não ao ato médico!









Hoje tivemos na Faculdade Anglo-Americano, uma discussão sobre o ATO MÉDICO. Organizada pela representante do CRP 08 em Foz do Iguaçu, Mara Baran, contou com a presença do psicólogo Dionísio Banaszewski, que já foi nosso presidente do CRP08 (Curitiba) e do advogado Waldemar Ernesto Feiertag Junior (professor colega na UNIFOZ). Eu e meus alunos da Psicologia, pudemos participar, dessa questão que urge mais e mais mobilizãção, e se refere á um projeto de lei que restringe a ação de muitos profissionais, detendo o médico poder sobre muitas ações da esfera da saúde.
Muitos profissionais, bem como estudantes (futuros profissionais), ainda não sabem do que se trata a questão, e desconsideram o fato de que influi diretamente na sua prática profissional. Imaginem, por exemplo, o psicólogo não poder diagnosticar uma depressão (ou outras doenças do universo psi),sendo necessário a ação médica para diagnóstico, tratamento ou encaminhamento? Se trata de centralizar o poder no médico, afetando uma variedade de profissões, como enfermagem, nutrição, fisioterapia, odontologia, fonoaudiologia, etc.. Se as pessoas já tem dificuldades nas consultas médicas no país de forma geral, imaginem se todas as questões tiverem que passar antes pelo médico... e os outros profissionais numa posição de passividade, servindo ao "bel desejo" dos médicos.

Ainda dá tempo de reverter, antes de ser aprovado!!!!!!!!!!!!!!!! Mas todas as pessoas precisam se posicionar. Atualize-se e divulgue!

Informações no site: http://www.naoaoatomedico.org.br

"O Projeto de Lei do Senado Nº 268/2002 (PLC nº 7.703-C/2006), que institui o Ato Médico, já sofreu algumas modificações ao longo de sua tramitação no Congresso Nacional, mas ainda condiciona à autorização do médico o acesso aos serviços de saúde e estabelece uma hierarquia entre a medicina e as demais profissões da área.

O Conselho Federal de Medicina - CFM afirma que a medicina precisa regulamentar o exercício de suas práticas profissionais, utilizando o argumento histórico de que há dois mil anos não existia um rol de profissões ligadas à saúde, ficando todo diagnóstico e prevenção sob controle dos médicos, num claro objetivo de retomar o controle do mercado.

Em campanha contra essa proposta e trabalhando com base no princípio da multidisciplinaridade na promoção da saúde, adotado pelo SUS - Sistema Único de Saúde, profissionais de diferentes categorias da área de saúde defendem que o CFM se volte para o campo democrático do debate e trate o assunto com uma visão menos corporativista, na tentativa de ampliar a discussão para melhorar o atendimento aos cidadãos. Os médicos podem e devem trabalhar a regulamentação de sua profissão, como forma de a sociedade reconhecer a competência específica desses profissionais, mas não em detrimento de qualquer outra profissão na área da saúde.

O texto atual do PL propõe o retorno a um modelo falido de atenção à saúde, centrado no atendimento clínico, individual, medicamentoso e hospitalocêntrico, o qual não encontra respaldo nem nos organismos internacionais de saúde nem na legislação brasileira, que se valem de um conceito ampliado de saúde e de cuidados.

A discussão envolve todos os profissionais de saúde. A luta tem de ser a favor de ações de saúde que possam tornar o atendimento mais democrático, amplo e eficaz. Os Conselhos permanecem em constante campanha contra o projeto do Ato Médico, demonstrando que o conceito de saúde é muito mais amplo do que apenas o de ausência de doença."

"

15 de jun de 2010

Yes de La Taille e a Psicologia da Moral


http://ongpoint.blogspot.com/2008/09/educao-consumo-e-infncia.html

Quando iniciei as aulas no Anglo, a Lisbeth, coordenadora, me levou até a biblioteca para conhecer o material disponível. Infelizmente havia pouco, ou quase nada de Psicologia Jurídica, visto ser uma matéria que agora está sendo oferecida na faculdade. Mas, fiquei pesquisando, e encontrei algo que podia interessar, e assim conheci um pouco do trabalho de Ives de La Taille,sobre Psicologia da Moral, num dvd educativo. La Taille é psicólogo, doutor e professor da USP, educador.
Desconhecia que a Psicologia já tinha algo teórico sobre a temática, tão importante no universo psi, e também para as áreas de Direito, Sociologia e Educação. No dvd, ele dá uma AULA, fantástica, sobre o tema. Parte da teoria piagetiana. E olha que eu não simpatizava muito com Jean Piaget, mas ele faz uma leitura maravilhosa, levando-nos a compreender o desenvolvimento da moral. Descreve que a formação da moralidade, passa pelas esferas intelectual e afetiva.Fala sobre moral e ética. Um trecho que não sairá do meu pensamento, é que, segundo ele, precisamos de "boas regras e boas pessoas", para internalização dos valores, e no segundo aspecto a nossa sociedade tem pecado bastante, daí o resultado diante de tanta imoralidade e comportamentos anti-sociais.
E eu desconhecia que ele já tem alguns trabalhos importantes publicados, em revista, e livros como:





Boa sugestão para o trazermos para uma palestra e discussão!

13 de jun de 2010

Rogers e a Psicoterapia Centrada no Cliente




Carl Rogers, criador da abrodagem conhecida como TERAPIA CENTRADA NO CLIENTE, humanista, pronunciou sua hipótese central numa sentença:

"Se posso proporcionar um certo tipo de relação,o outro descobrirá, dentro de si mesmo a capacidade de utilizar aquela relação para crescer, e mudança e desenvolvimento pessoal ocorrerão.",
retirado de seu livro Tornar-se Pessoa

6 de jun de 2010

espalhando notícias

CLIPPING DIA 21 DE MAIO

Gazeta do Povo – 21/05/2010
Caderno Vida e Cidadania
Obras jurídicas a um clique

É cada vez mais fácil encontrar obras jurídicas digitalizadas para leitura em computadores, celulares, e-readers (leitores eletrônicos) e quase tudo que tenha uma tela ou um monitor. Prova disso é que anteontem o Superior Tribunal de Justiça (STJ) deu início à coleção de livros eletrônicos da sua Biblioteca Digital, com o lançamento do primeiro e-book (livro digital) promovido pelo tribunal – Economia versus Democracia: o princípio da legalidade em um Brasil globalizado. A obra é de autoria do juiz federal Hélio Sílvio Ourém Campos e compila estudos feitos em Portugal e na França, procurando aplicações das legislações desses dois países à luz da realidade brasileira, em situações decorrentes da globalização da economia. “Dez anos atrás, era tão comum as pessoas trocarem cartas como hoje trocam e-mails. Acredito que, embora muitos profissionais que lidam com matérias jurídicas sejam resistentes a mudanças, essa transformação é profunda, não tem volta”, afirmou o juiz federal, na ocasião.
Também nesta semana, a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam) passou a disponibilizar, em formato PDF (um dos mais comuns para leitura eletrônica), o conteúdo do livro Impactos econômicos e sociais das decisões judiciais: aspectos introdutórios, do desembargador gaúcho Rogério Gesta Leal. A obra analisa as relações existentes entre Direito e Economia.
A Escola Superior do Ministério Público da União (ESMPU), por sua vez, acaba de publicar o Manual Prático de Direitos Humanos Internacionais, resultado de um projeto desenvolvido pelo Ministério das Relações Exteriores da Alemanha – coordenado pelo professor alemão Sven Peterke, doutor em direito internacional. A obra apresenta um amplo roteiro para profissionais que atuam na defesa dos direitos humanos e interessados no assunto. Como as outras, a publicação é gratuita e está disponível em formato PDF.
Para o Kindle
Ainda são poucas as opções de obras jurídicas em português para o Kindle (o mais popular dos e-readers, da Amazon.com), mas o número vem aumentado. Em janeiro deste ano, era apenas uma – a pioneira Jurisdição do Real x Controle Penal: Direito & Psicanálise, via Literatura (Delibera), do juiz catarinense Alexandre Morais da Rosa. Hoje, já há mais de dez e-books com temática legal em português no site da Amazon – quase todas de legislação, como a Consolidação das Leis do Trabalho. No entanto, para quem lê em inglês, vale saber que o sistema de busca de e-books do site da Amazon oferece mais de 9 mil obras com o termo inglês “Law” (Lei).
Serviço
- Economia versus Democracia: o princípio da legalidade em um Brasil globalizado, do juiz federal Hélio Sílvio Ourém Campos, está disponível em formato PDF, gratuitamente, no site www.stj.jus.br, no link “Biblioteca”, opção “Biblioteca Digital Jurídica”, em “Doutrina”.
- Impactos econômicos e sociais das decisões judiciais: aspectos introdutórios, do desembargador gaúcho Rogério Gesta Leal, pode ser acessado gratuitamente, em formato PDF, no site www.enfam.stj.jus.br, no link “Textos e obras”, opção “Publicações”, em “Obras editadas pela Enfam”.
- Manual Prático de Direitos Humanos Internacionais, editado pela Escola Superior do Ministério Público da União (ESMPU), está disponível gratuitamente, em formato PDF, no endereço www.esmpu.gov.br, no link “Publicações”, opção “Outras Publicações”.
- Jurisdição do Real x Controle Penal: Direito & Psicanálise, via Literatura (Delibera), do juiz catarinense Alexandre Morais da Rosa, em formato para Kindle, custa US$ 7,99 no site www.amazon.com. Já a Consolidação das Leis do Trabalho, no mesmo formato e site, pode ser adquirida por US$ 4,99.

Gazeta do Povo – 21/05/2010
Caderno Vida e Cidadania
Bibliotecas digitais

Além da Biblioteca Digital Jurídica do Superior Tribunal de Justiça (bdjur.stj.jus.br/dspace), outras bibliotecas virtuais de órgãos oficiais oferecem inúmeras obras jurídicas para consultas e downloads – em regra, em formato PDF. O sistema de busca da Biblioteca Digital do Senado Federal (www2.senado.gov.br/bdsf), por exemplo, identifica mais de 50 mil textos com o termo “Direito”, inclusive obras históricas, algumas do século 19. Também no site do Senado, há o Centro de Estudos da Consultoria do Senado (www.senado.gov.br/conleg/textos_discussao.htm), que disponibiliza, até o momento, 70 textos, como o artigo Dinamismo do Direito Internacional Penal após o Estatuto de Roma: da Sudan Room à situação em Darfur, Sudão, de autoria do consultor legislativo Tarciso Dal Maso Jardim, doutorando em Direito Internacional.
Já a consultoria legislativa da Câmara Federal tem seus trabalhos publicados na Biblioteca Digital da Câmara (bd.camara.gov.br), que contém cerca de mil trabalhos. O Conselho da Justiça Federal também oferece textos em sua Biblioteca Digital (www.cjf.jus.br/biblioteca) – apenas um livro e mais de 800 artigos com o termo “Direito”. Outro site que disponibiliza obras jurídicas em formato PDF é o da Biblioteca Digital do Supremo Tribunal Federal (www.stf.jus.br/portal/biblioteca), que oferece livros clássicos, como os Estudos de Direito, do jurista Tobias Barreto. Vale ainda destacar o portal Domínio Público (www.dominiopublico.gov.br), que elenca mais de 300 obras jurídicas nacionais e até internacionais, como os códigos franceses e norte-americanos.
Muitas instituições de ensino também mantêm arquivos digitais de seus bancos de teses e dissertações, que podem ser acessados livremente. O repositório digital da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (www.lume.ufrgs.br), por exemplo, tem mais de 8 mil trabalhos de temática jurídica. Já a Biblioteca Digital da Universidade de São Paulo disponibiliza mais de 700 trabalhos acadêmicos com o tema “Direito”. Vale conferir também a Biblioteca Jurídica Virtual Busca Legis (www.buscalegis.ufsc.br), da Universidade Federal de Santa Catarina. Centralizando trabalhos de muitas instituições, há a Biblioteca Digital Brasileiras de Teses e Dissertações (bdtd.ibict.br), do Ministério da Ciência e Tecnologia, que contém mais de 6 mil estudos com temática jurídica de todo o país


copiado de
http://www.paranaprevidencia.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=1626

5 de jun de 2010

CMP (Complexo Médico Penal)


Atualmente dirigido pela Dra. Cinthia Maria Mattar Bernardelli Dias (desde final de 2004), localizado em São José dos Pinhais, unidade que compõe o Departamento Penitenciário, em articulação com a saúde.

Do site
http://www.depen.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=13

São suas "Competências:

* Tratamento médico-psiquiátrico aos presos provisórios e condenados do sexo masculino e feminino, sujeitos a medida de segurança e de tratamento por determinação judicial;
* Coordenação da assistência à saúde dos presos, de caráter preventivo e curativo, compreendendo os atendimentos médico, farmacêutico, odontológico, fisioterápico e de enfermagem, inerentes aos estabelecimentos penais;
* Segurança e custódia dos presos por medida judicial;
* Formulação e implementação de políticas de saúde para os estabelecimentos penais do Sistema Penitenciário do Paraná;
* Internamento dos presos de todos os estabelecimentos penais para tratamento hospitalar;
* Promoção da reintegração social dos presos e o zelo pelo seu bem-estar, através da profissionalização, educação, prestação de assistência jurídica, psicológica, social, médica, odontológica, religiosa e material."



visita realizada em novembro de 2009, com os grandes colegas:
Analu, psicóloga PIC (Cascavel)e Nestor, psicólogo CDR (Francisco Beltrão)
fomos convidadas pela diretora, e recebidos pelo vice-diretor:


Encontro de Ressocialização de Foz do Iguaçu



Recordando:
_____________________________________
Nota da Gazeta do Povo:
http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=896270&tit=Ressocializacao-divide-especialistas


Ressocialização divide especialistas
Humanização das cadeias é desafio para a recuperação social de criminosos

Publicado em 15/06/2009 | Foz do Iguaçu - Fabiula Wurmeister, da sucursal
Privação da liberdade não é único mecanismo
A prisão não muda a natureza do homem
A ressocialização de presos no sistema penitenciário vem sendo cada vez mais discutida entre especialistas do Direito Penal. Enquanto mecanismos são criados para possibilitar a reintegração do detento ao convívio em sociedade, correntes contrárias alegam que, sendo a prisão um castigo, a recuperação em alguns casos seria impossível. Por outro lado, um ponto é consenso: falta humanização do cárcere e a garantia da integridade física e moral, direitos expressos na legislação, em específico na Lei de Execução Penal (LEP).

Com opiniões divergentes, o ex-diretor geral do Depen (Departamento Penitenciário Nacional), Maurício Kuehne, e o promotor de Justiça de Goiânia, Haroldo Caetano da Silva, discordam sobre a competência do sistema penitenciário em recuperar criminosos durante o período de cumprimento de sentenças. Enquanto Keuhne defende a reintegração social do indivíduo preso como um dever do Estado, Silva considera o isolamento do preso como uma distorção do sistema, que não consegue atingir a transformação do caráter do indivíduo.


autor de diversas obras relacionadas ao Direito Penal e Ececução Penal como:

________________________________

Nota do:
http://www.mp.go.gov.br/portalweb/conteudo.jsp?page=11&pageLink=1&conteudo=noticia/eecfe71c3f4c50c750ea8849995f9910.html
________________________________
25/05/2009 - Promotor faz palestra sobre ressocialização em seminário promovido pelo Conselho da Comunidade de Foz do Iguaçu

O promotor de Justiça Haroldo Caetano da Silva participa, nesta sexta-feira (29/5), do II Encontro de Ressocialização, que abordará o tema Segurança Pública. O evento, que é promovido pelo Conselho da Comunidade de Foz do Iguaçu (PR), terá início no dia 28, às 19 horas, na Câmara Municipal. Haroldo Caetano fará palestra abordando o tema “Ressocialização – Realidade ou Utopia”. (Cristina Rosa / Assessoria de Comunicação Social
________________________________

autor do livro:




Dr. Mauricio Kuehne, ex-diretor Geral do DEPEN em Brasília, Promotor de Justiça Aposentado, Professor da Faculdade de Direito de Curitiba e da Escola Superior do Ministério Público

E

Dr. Haroldo Caetano da Silva, promotor de Justiça junto à Vara da Execução Penal de Goiânia, Professor do Programa de Pós-graduação da Universidade Federal de Goiás


mais e melhores fotos:
http://conselhodacomunidadefoz.blogspot.com/2009_05_01_archive.html


Foi uma belíssima palestra, discussão calorosa, mas por fim concordamos que fazemos "algum trabalho" apesar da prisão, mesmo entendendo que ela não é lugar destinado a contribuir com o desenvolvimento de qualquer pessoa, sendo destinado para outro fim.
Sobre as dificuldades e limitações do que se chama ressocialização.

Trabalho com grupos

Trabalho com grupos

“Orientação para liberdade” é o nome do grupo desenvolvido na PEF desde 2003, se bem me recordo. Idealizado pela Psicologia, batizado pela psicóloga Gláucia Emília, antes realizado apenas por psicólogos, adquiriu caráter multidisciplinar, com a participação de outros profissionais como dentista, assistente social, enfermagem, entre outros, e com a participação ainda de convidados /voluntários da comunidade, como o programa Pró-egresso e Agência do Trabalhador.

E dia desses, tivemos a participação do Conselho da Comunidade, que vem apoiando o projeto, sendo parceiro já há algum tempo. Fantástica troca! Sempre vale o encontro!

Conheça: http://conselhodacomunidadefoz.blogspot.com/

e comentários saíram por aí...




vale a pena conferir a reportagem sobre o evento "Síndrome da Alienação Parental"

http://www.oabfi.com.br/jornal/index23.html
páginas 6 e 7

Dr Waldyr é professor em Curitiba e autor de obras como:

Psicologia e Sistema Prisional (Sistema Penitenciário)



A Psicologia integra uma equipe interdisciplinar no sistema penitenciário. Tem na história o trabalho de algumas psicólogas, guerreiras, que ainda sobrevivem...

"A Lei de Execução Penal – Lei nº 7.210 de 11 de julho de 1984, trata da disciplina prisional, seus procedimentos, onde existem normas e regras mínimas a cumprir para que sejam evitados abusos de poder. Baseado nesta Lei foram definidas Regras Mínimas para o tratamento do preso no Brasil (Resolução nº 14, de 11 de novembro de 1994). No título I – Regras de aplicação geral, Capítulo I –Dos princípios fundamentais, páginas 19 e 20, está escrito no Artigo 1º “As normas que se seguem obedecem os princípios constantes da Declaração Universal dos Direitos do Homem, e daqueles inseridos nos Tratados, convenções e regras internacionais e que o Brasil é signatário, devendo ser aplicadas sem distinção de natureza racial, social, religiosa, sexual, política, idiomática ou de qualquer outra ordem”. No artigo 3º é assegurado ao preso o respeito à sua individualidade, integridade física e dignidade pessoal.

Na LEP ainda encontramos no artigo 1º “tem por objetivo, efetivar as disposições e sentença ou decisão criminal e proporcionar condições para a harmônica integração social do condenado e do internado” . Com base neste artigo ficou efetivada a participação do psicólogo no trabalho do Sistema Penitenciário, assessorando os juízes e promotores com informações e avaliações referentes aos presos e contribuindo para programas de tratamento penal.

A primeira Penitenciária do Estado do Paraná, localizada no bairro Ahú na cidade de Curitiba, tem origem na data de 5 de janeiro de 1909. Sua capacidade inicial era de 52 celas individuais e foram alocados 55 presos, sendo 49 homens e 6 mulheres.
Em 25 de fevereiro de 1925, é inaugurada a Casa de Detenção, na Rua Visconde de Guarapuava, para abrigar presos não condenados. Através do Decreto nº 253 de 7 de fevereiro de 1934, o interventor Manoel Ribas, visando reduzir despesas, simplificar e reorganizar o Estado, determina a instalação da Casa de Detenção numa parte que lhe fosse destinada no edifício da Penitenciária do Estado. Somente o Decreto nº 2.043 de 9 e fevereiro de 1945, aprova o Regulamento das Prisões Provisórias, passando a denominar-se Penitenciária Central e Prisão Provisória do Estado.
Em 1º de dezembro de 1954, em Piraquara, a 3º unidade penal é construída no Paraná, a Penitenciária Central do Estado, liberando a Unidade Penal do Ahú para serviçoes de prisão provisória, recebendo o nome de Prisão Provisória de Curitiba., que posteriormente foi sendo ampliada em outros momentos para abrigar maior número de presos.
Em 1979 houve a contratação dos três primeiros psicólogos no Sistema Penitenciário. Porém ressalta-se que antes da implantação do quadro de psicólogos parte das funções eram desempenhadas por estagiários.
Em 1981 em frente a Prisão Provisória de Curitiba foi construído prédio, pelos detentos, onde instalou-se o Departamento Penitenciário (DEPEN) unidade de execução programática da administração direta da Secretaria da Justiça e Cidadania, que supervisiona e coordena os estabelecimentos penais e demais órgãos do Sistema Penitenciário conforme Lei de Execução Penal, Lei Federal nº 7.210/84, referente à custódia segurança e assistência aos presos provisórios, condenados e submetidos à medida de segurança preventiva, bem como aos penados que cumprem pena em regime aberto.
Em 1983 houve a junção da Secretaria da Justiça com a Secretaria da Saúde e do Bem Estar Social, sendo realizado um concurso em agosto desse ano ampliando o quadro funcional de técnicos ligados à saúde. Nos anos seguintes houve um reduzido número de novas contratações.
Através da Resolução nº14 , de 20 de dezembro de 2000, o Conselho Federal de Psicologia instituiu o título de especialista em Psicologia Jurídica aos profissionais da área.
Segundo Sonia Rovinski (mestre em Psicologia Social e Personalidade pela Universidade Católica do Rio Grande do Sul, coordenadora e porfessora do curso de especialização em Psicologia Jurídica na Universidade Luterana do Brasil, Porto Alegre, R.S.), a psicologia jurídica é a psicologia aplicada ao campo da prática judicial, constituindo-se em uma das áreas de estudo resultante das relações entre a Psicologia e a Lei.
A Psicologia Jurídica surgiu com a necessidade de auxiliar aos magistrados nos trâmites jurídicos, relacionados a avaliações clínicas por esta razão o psicólogo que atua nesta área deve estar familiarizado com o sistema jurídico.
Segundo o perito criminal Federal Fernando de Jesus (2001, 68) “ a intervenção da psicologia jurídica nos sistemas penitenciários, implica em uma atuação planificada e dirigida a promover a mudança nas prisões para torná-las mais eficientes na resolução de seus problemas, na busca de atingir suas metas organizacionais. Como problemas e objetivos penitenciários a serem resolvidos, poderíamos falar dos déficits sociais, dos encarcerados e da necessidade de uma preparação de seu retorno para a sociedade, como também a necessidade de um clima organizacional positivo, de segurança, de educação e de motivação tanto dos presos como dos funcionários da penitenciária.”
O psicólogo jurídico, assume de administra seu papel facilitador do acompanhamento. "

Fonte : Extraído da monografia “Poder Paralelo” de Jucélia Maria dos Santos, Curitiba, abril/2003, disponível no site do DEPEN - PR

e a PSICOLOGIA, o que faz?

Setor de Psicologia:
Carga horária : 40 horas semanais.

Atividades desenvolvidas inerentes da função (atendendo as solicitações de trabalho descritas pelo DEPEN (Departamento Penitenciário do Estado do Paraná):

• Entrevista inicial diagnóstica / triagem;
• Realização de investigação do perfil psicológico, disciplinar
• Atendimento psicológico individual;
• Acompanhamento psicoterapêutico: promoção de atendimento psicológico aos
presos de forma individual e/ou em grupo;
• Grupos de orientação
• Grupos psicoterapêuticos
• Elaboração de laudos (com aplicação de testes) e pareceres;
• Exame criminológico
• Participação em :
- CTC – Comissão Técnica de Classificação e Tratamento
- CD – Conselho Disciplinar
- CIS – Comissão Interna de Saúde (Implantada através da Psicologia em 2002)
• Aconselhamento em DST/s AIDS - Pré e Pós- exame de HIV e outras doenças.
• Atualização do SPR (Sistema de Informações penitenciárias) : Manutenção de cadastro psicológico de cada preso para acompanhamento permanente.

Neste tempo que estou lá, cerca de 8 anos, tive alguns colegas psicólogos que trabalharam, construindo um pouco da história, como:
Gláucia Warken de Souza
Fábio Ferrari
Tatiane Welter Machado
Rafaela (quando eu estive no CIAADI)
Werner Olinto Braga e
Mônica Cielo Vedoim ( minha companheira na luta diária desde 2008!)


por
Karine Belmont Chaves CRP 06/58602-3 – ( I S P.R. 005 )
e agora 08/09262 (transferida)

Penitenciária Estadual de Foz do Iguaçu



É claro que eu não poderia deixar de incluir um post sobre o meu local de trabalho! Até porque foi ele quem me apresentou ao universo da Psicologia Jurídica, onde tudo começou a ter outro significado na minha carreira profissional.


"A Penitenciária Estadual de Foz do Iguaçu, inaugurada em 19 de julho de 2002, foi construída nos moldes de uma prisão americana, destina-se a presos do sexo masculino que cumprem pena em regime fechado. Sua capacidade é para 496 presos, distribuídos em 124 celas de 7,41m² cada.
O terreno foi doado pela Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu.
O custo total, incluindo projeto, obra e equipamentos, foi no valor de R$ 11.400.000,00, provenientes do tesouro do Estado.
As celas pré-moldadas, construídas com uma estrutura de concreto de alta resistência, extremamente seguras, não permitem a abertura de túneis, dificultando fugas.

A Penitenciária possui painéis de controle de segurança dos mais modernos, onde todas as portas são automatizadas e é possível controlar a segurança até de fora do prédio de carceragem. Se o painel que fica dentro da Penitenciária for desligado numa rebelião, o externo é imediatamente acionado e é impossível que alguém fuja do local.
A segurança externa é efetuada pela Polícia Militar e a segurança interna pelos Agentes Penitenciários, contando com os seguintes recursos e equipamentos:
• Portões automatizados;
• Quadrante suspenso;
• Monitoramento para câmeras de vídeo;
• Sistema de alarme e som (sirenes eletrônicas);
• Detector de metais (fixo e móvel); Rádios transreceptores.



Estrutura Física
• Área do terreno: 33.840m²
• Área construída: 5.800m²
• Capacidade de: 496 presos
• Celas: 124

Diretor: Ivan Vidal Graczyk
Vice-Diretor: Senio Abdon Dias Junior

Não posso deixar de dizer, que nossa primeira diretora e mestre, foi Margarete Rodrigues, Psicóloga do DEPEN (já aposentada, mas que continua a atuar, inclusive em outros estados). E Alexandre Calixto da Silva, seu sucessor, que permaneceu durante anos e hoje dirige o CDR (Centro de Detenção e Ressocialização de Foz do Iguaçu).

http://www.depen.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=33

O Objetivo maior do DEPEN é cumprir as disposições da LEP, e através da execução da pena, evitar a reincidência criminal.


Nosso DEPEN - PR é coordenado por Cezinando Vieiras Paredes

No Paraná, temos ainda a Escola Penitenciária do Estado (ESPEN), responsável pela filosofia e política, além da capacitação de profissionais.
Coordenada por Sônia Monclaro Virmond.

A Divisão de Serviços Técnicos (DIST), tem seus trabalhos coordenados por Priscila Budeisk (também psicóloga!).